"Tou com saudade de você debaixo do meu cobertor
De te arrancar suspiros, fazer amor
Tou com saudade de você na varanda em noite quente
O arrepio frio, que dá na gente
Truque do desejo, guardo na boca
O gosto do beijo
Eu sinto a falta de você, me sinto só
E aí, será que você volta, tudo à minha volta é triste
E aí, o amor pode acontecer, de novo para você
Palpite
Tou com saudade de você do nosso banho de chuva
Do calor da minha pele, da lingua tua
Tou com saudade de você censurando o meu vestido
As juras de amor, ao pé do ouvido
Truque do desejo, guardo na boca
O gosto do Beijo
Eu sinto a falta de você, me sinto só
E aí, será que você volta, tudo à minha volta é triste
E aí, o amor pode acontecer, de novo para você
Palpite"
Vanessa Rangel
Sunday, September 30, 2007
Wednesday, September 26, 2007
Desabafo...
Olha para mim! Consegues ver?! A desilusão de quem te olhou nos olhos e acreditou em todas as palavras que pronunciavas. Sim, eu acreditei e achei que podia dizer-te a verdade, sem jogos, sem problemas, na simplicidade e inocência de sentir e falar...
Como me enganei... Mentes com o olhar doce que ainda tens e embalas as mentiras com carinhos no cabelo... Enfim desapareceste espero perder-te dentro da minha memória
Como me enganei... Mentes com o olhar doce que ainda tens e embalas as mentiras com carinhos no cabelo... Enfim desapareceste espero perder-te dentro da minha memória
Saturday, September 22, 2007
Bocados de alguém...bocadinhos de mim também...
"(...) - Uma ovelha come tudo o que encontra.
- Mesmo flores com espinhos?
- Sim. Mesmo flores que têm espinhos.
- Então para que servem os espinhos?
Eu não sabia. (...)
- Para que servem os espinhos?
O Principezinho, quando fazia uma pergunta, não mais desistia dela. Irritado com o parafuso, respondi uma coisa qualquer:
- Os espinhos não servem para nada, é pura maldade da parte das flores!
- Oh!
O Principezinho ficou calado por um momento; depois atirou-me, com uma pontinha de rancor:
- Não acredito. As flores são fracas. São ingénuas. Tranquilizam-se como podem. Julgam-se terriveis com os seus espinhos...
Não respondi. Naquele instante dizia para comigo: «se este parafuso continua a resistir, rebento-o com uma martelada».
O Principezinho interrompeu outra vezos meus pensamentos:
- Ejulgas tu que as flores...
- Nada disso! NAda disso! Não julgo nada. Respondi à toa. Eu cá trat0 de coisas sérias!
Olhou para mim espantado.
- De coisas sérias!
Via-me com o martelo na mão e os dedos negros de óleo, inclinado sobre um objecto que lhe parecia feíssimo.
- Estás a falar como as pessoas crescidas!
Fiquei um tanto envergonhado. Mas ele acrescentou, impiedosamente:
- Estás a confundir tudo... a misturar tudo!
Estava deveras irritado. sacudiu ao vento os cabelos dourados.
(...)"
Saint-Exupéry - O Principezinho
- Mesmo flores com espinhos?
- Sim. Mesmo flores que têm espinhos.
- Então para que servem os espinhos?
Eu não sabia. (...)
- Para que servem os espinhos?
O Principezinho, quando fazia uma pergunta, não mais desistia dela. Irritado com o parafuso, respondi uma coisa qualquer:
- Os espinhos não servem para nada, é pura maldade da parte das flores!
- Oh!
O Principezinho ficou calado por um momento; depois atirou-me, com uma pontinha de rancor:
- Não acredito. As flores são fracas. São ingénuas. Tranquilizam-se como podem. Julgam-se terriveis com os seus espinhos...
Não respondi. Naquele instante dizia para comigo: «se este parafuso continua a resistir, rebento-o com uma martelada».
O Principezinho interrompeu outra vezos meus pensamentos:
- Ejulgas tu que as flores...
- Nada disso! NAda disso! Não julgo nada. Respondi à toa. Eu cá trat0 de coisas sérias!
Olhou para mim espantado.
- De coisas sérias!
Via-me com o martelo na mão e os dedos negros de óleo, inclinado sobre um objecto que lhe parecia feíssimo.
- Estás a falar como as pessoas crescidas!
Fiquei um tanto envergonhado. Mas ele acrescentou, impiedosamente:
- Estás a confundir tudo... a misturar tudo!
Estava deveras irritado. sacudiu ao vento os cabelos dourados.
(...)"
Saint-Exupéry - O Principezinho
Tuesday, September 18, 2007
Acorda-me!
Acorda-me!
Leva-me deste pandemónio em que me encontro
Tira-me destas ruas sombrias por onde vagueio
Acorda-me!
Faz-me ver que o mundo é a cores
Faz-me sentir a beleza da chuva e o seu toque na minha pele
Acorda-me!
Acorda-me com um beijo, um abraço
Pode até ser com um sorriso
Mas não me deixes aqui a dormir
Não te esqueças de me acordar
Para que eu possa continuar a sonhar!...
Leva-me deste pandemónio em que me encontro
Tira-me destas ruas sombrias por onde vagueio
Acorda-me!
Faz-me ver que o mundo é a cores
Faz-me sentir a beleza da chuva e o seu toque na minha pele
Acorda-me!
Acorda-me com um beijo, um abraço
Pode até ser com um sorriso
Mas não me deixes aqui a dormir
Não te esqueças de me acordar
Para que eu possa continuar a sonhar!...
Wednesday, September 12, 2007
Pensamento do dia
Na verdade, todos temos mau feitio, o que nos distingue é o que sentimos uns pelos outros... O amor, amizade, carinho torna-nos mais ou menos tolerantes, consoante a situação.
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